Nesta musica encanta-me a letra. Se um dia alguem ma puder cantar, sentida, então não há muito mais que pedir.
Nesta musica encanta-me a letra. Se um dia alguem ma puder cantar, sentida, então não há muito mais que pedir.
Poema de Eugénio de Andrade
I hate the way you talk to me,
And the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car,
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots
And the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick,
It even makes me rhyme.
I hate the way you’re always right,
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh,
Even worse when you make me cry
I hate it when you’re not around,
And the fact that you didn’t call
But mostly I hate the way I don’t hate you,
Not even close…
Not even a little bit…
Not even at all.
Estou diante o mar, manto de água cristalina, que, contudo, me afoga os horizontes.
Onde está a ilha prometida? O pedaço de terra que os naufragos sonharam e chamaram paraíso?
Todo este mar azul e o som das ondas oscilantes, mais nada.
Mas, erguendo-me vejo além, distante, todavia vivo, um ponto finito. É Ela: a luz, a descoberta, a virgem nascida, o sonho prometido, a Ilha.
A minha ilha de pensamentos nascidos que, mais que ideias abstractas, são sonhos e desejos queridos.
Vou saltar para o mar, com o tempo haverei de lá chegar..
Desistir? Que se cansem os outros, que procurem novas terras, novos ares, que eu cá me fico. Teimosia? O que for, tudo menos ingenuidade. O vento sopra, o mar é agreste, por onde se alcança porto seguro que não se avista? Na envergadura deste barco, já naufragaram todos os marinheiros.
Só, mas confiante, que em toda a tempestade vem a bonança...
Desistir? Que sejam os outros, eu não!
Bem dito Rachmaninoff.
Rabiscado por Apple à(s) 10:30 a.m. 0 pegadas