quarta-feira, dezembro 19, 2007
domingo, dezembro 16, 2007
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quarta-feira, dezembro 12, 2007
THE END
FORAM 120 "POSTS", FORAM TANTOS, MAS POUCOS QUE NÃO FOSSEM PARA ESSE MEU OUTRO ALGUÉM QUE JAMAIS SE MANIFESTOU. MEU DEUS, AO MENOS QUE APRENDESSE A SER DIFERENTE E CONSTANTE, SERENA, PERFEITA!
FALEI SOZINHA E PARA PARTE INCERTA, SEMPRE SÓ. FORAM DEVANEIOS, AFINAL DE CONTAS, SOMENTE DEVANEIOS, ABSURDOS!
A CADA DIA QUE PASSAVA, ESTE ESPAÇO GERMINAVA COM UM NOVO INTUITO, NEM QUE FOSSE A MOTIVAÇÃO DE ESCREVER PARA QUE NO SILÊNCIO ESCUTASSE MEU SER.
AGORA PASSADAS TANTAS LETRAS, UMAS SENTIDAS, OUTRAS DISFARÇADAS, OUTRAS INVENTADAS, ESQUECEU-SE-ME A VONTADE DE ACORDAR O DESEJO DE PERPETUAR A CHAMA ACESA DE ENCONTRAR "AQUILO" EM MIM!
"AQUILO"? NÃO IMPORTA. SOU, CRONICAMENTE, DESAJEITADA, TRISTE E SÓ. E PARA QUÊ PERMANECER NA ÂNSIA? SOMOS TODOS TRANSPARENTES.
VOU GUARDAR TODOS ESTES TEXTOS E QUANDO ACABAR DETERMINAREI O FIM, OU TALVEZ NÃO... MAS, HOJE DIREI QUE SIM!
terça-feira, novembro 13, 2007
Lágrimas de Vidro
quinta-feira, novembro 08, 2007
ATÉ AO DIA DA MINHA MORTE
Escuto os violinos que cantam e naquelas cordas soa uma voz que me embala. As notas juro-as ver correr como se fugissem apressadas, já nem as vejo. E ainda assim, não preciso que sejam minhas para as sentir brotar-me por entre cada pedaço meu. Tomo-as como minhas e elas como se eu delas fosse.
Não sei sentir senão tudo, numa sinestesia exaltada, porque cada compasso é o mundo inteiro...
Dou por mim ansiando cada momento como derradeiro, tenho sede de viver!
Fico por aqui por toda a eternidade até ao dia anónimo da minha morte!
( Música"Grosse Fuge" De Beethoven)
sábado, novembro 03, 2007
quarta-feira, outubro 31, 2007
sábado, outubro 06, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
Diários
"If I lay here If
I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?"
22 DE AGOSTO DE 2001
Não basta amares-me na maioria dos dias, era preciso amares-me permanentemente, até nos instantes em que me gritares de ódio (odiares-me, amando-me, seria tão bom consolo; odiando-me, amando-me, serias meu cativo)!
Sei quantos sabores escondem os teus lábios, provo-os audazmente. Não gosto de prová-los ao dizeres-me que"gostas" de mim, nem sequer quando dizes "gosto muito"... Que sabor amargo e aflito!
Gostares de mim não chega, se não for eu de quem gostes mais! Não quero ser especial, se não for única!
Olívia.
"All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes, they're all I can see"
22 DE AGOSTO DE 2001
A primeira página é sempre um quebra-cabeças colossal; o ínicio deve ser cuidadosamente estudado porque até o mais ínfimo dos deslizes pode comprometer todo o objectivo, objectivo esse que será de te poder falar e de me fazer falar...
Não percebeste porque foi que te roubei o caderninho que tinhas junto da tua mesa de cabeceira, eu sabia, sim, que não tinhas nada lá escrito( não me julgues tão curioso), a causa foi tão mais nobre do que possas imaginar!... Precisei roubar um pouco de ti, para que, enfim, te podesse alcançar. A nossa presença tornou-se um estreito sem passagem: e se te toco não sentes, e se te falo não me escutas, e se te abraço não te sinto, e se te beijo foges, e se me beijas...
Gostava do tempo em que me olhavas como um arco-íris, sabias-me cada cor, da esquerda para a direita, da direita para a esquerda...Agora o que tens para olhar? Azul? Lilás? nem vermelho... sou um nevoeiro extenso que te sufoca. Eu sei!
Não te posso amar todos os dias, nem tu a mim. Há dias em que o cansaço me arrasta até um ponto de exaustão e tudo me parece alheio; nesses dias, vagueio, como que sem rumo, e não é a ti por quem chamo...Desculpa, mas há dias, em que simplesmente tenho de me procurar a mim, somente! Das vezes que estou intacto, ainda que na maioria delas goste de ti, creio que me farto de te manter firme e sóbria. Se soubesses como é difícil ter a tua atenção... Foges-me insesantemente, por entre as nesgas dos dedos, que descobres ( vai se lá saber como!), nas minhas mãos cerradas. Quase que chego a esmagá-las para poder comprimir todo o espaço que a matéria da minha carne não preenche!
Esse teu ar taciturno e insatisfeito cansa-me...não posso continuar a respirar por ti!
E, embora assim o seja, recuso-me a desistir porque no fundo sei que gosto demais de ti, Olívia.
E sei também que, muitas das vezes em que te encontro absorta face ao infinito, é porque te destraiste e esqueceste-te que me amavas, sei que te apaixonas muitas vezes, e que muitos dos teus sorrisos não são para mim, não podem ser sempre não é?
Então, de todas essas vezes, gesticulo e faço piroetas, só para que voltes a olhar para mim, e tu, sua distraída, voltas!
Agora, vamos supor, que estarei desmanchado, partido em cacos, com que força remarei contra corrente?!
Preciso que voltes, que voltes inteira e sem o infinito de que és cercada; preciso que voltes, mas entende que não te posso amar a todo e qualquer instante, que tenho a mão dorida de tanto a apertar; preciso que me beijes e tenhas consciêcia disso; preciso que me reúnas todos esses bocados de mim "pontiagudos" e que coles, devagarinho...Está bem?
Tomás.
"I don't quite know
How to say
How I feel "
23 DE AGOSTO DE 2001
Gostava de perceber tanta coisa nesta relação... Afinal de contas porque é que estás, constantemente, a chamar-me distraída?
Tenho ciúmes de todos aqueles que te tocam!
Olívia.
"We don't need
Anything
Or anyone"
23 DE AGOSTO DE 2001
Sei que, agora mesmo, não é em mim que pensas, de facto nem te deste conta de que continuo no chão, desfeito.
Tens sempre um comportamente tão exemplar e os teus vestidos nem esvoaçam com o vento, é sempre tudo tão impacável! E , afinal de contas, como é possível não entenderes que para entrar nesse teu quarto obscuro só eu? Pára de procuara seja quem for, já encontraste! Idiota!
Vou me fartar de esperar e vou aceitar ajuda de quem vier, garanto-te! Não ias gostar não é?
Porra, amo-te!
Tomás.
"If I lay here
If I just lay here
Would you lay with me and just forget the world?"
sábado, setembro 29, 2007
I
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.
Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.
Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,
Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.
II
Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me, Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
III
Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço
O que sinto que sou? Quem quero ser
Mora, distante, onde meu ser esqueço,
Parte, remoto, para me não ter.
Rabiscado por Apple à(s) 10:14 p.m. 0 pegadas
"AS GRUTAS" DE SPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSEN
Sentimentos (não) Inteligíveis
domingo, setembro 09, 2007
La valse d'Amélie
A tez de ébano que te sorri e se aproxima lentamente..sentes a melodia tocando "fortíssimo" no teu coração, porque o tempo é apenas "pianíssimo", absorto naquela miragem de Deuses, naquele esplendor roubado à lua. E um beijo que vem, quase inesperado, com as estrelas em testemunha. Um beijo na candura de uma bonina em flor...Ela que sorri, encostando-se em teu peito e sentes a imponência frente à vida! Ali, agora és a terra que alimenta as magnólias com que a confundes, és a brisa que brinca nos seus cabelos negros, és a fragância que a embebe...A serenidade que te faz amar, amar tanto!E, de repente, um sussuro tímido, que te diz: "Também te amo!".
Eu sei...
Rabiscado por Apple à(s) 10:30 p.m. 1 pegadas
sábado, setembro 08, 2007
Quem se vê. Quem não se vê.
Rabiscado por Apple à(s) 10:08 p.m. 0 pegadas
O Sésamo
domingo, setembro 02, 2007
Pequininas partes da nossa realidade!
Oiço-te. Seguro-te a mão. Abraço-te. Digo que gosto de ti.
Oiço-te. Seguro-te a mão. Abraço-te. Digo que gosto de ti.
Oiço-te. Seguro-te a mão. Abraço-te. Digo que gosto de ti.
Tu gritas por ajuda. Deixas que te segure a mão. És abraçada. Ouves dizer-me que gosto de ti.
Tu gritas por ajuda. Deixas que te segure a mão. És abraçada. Ouves dizer-me que gosto de ti.
Tu gritas por ajuda. Deixas que te segure a mão. És abraçada. Ouves dizer-me que gosto de ti.
TU GRITAS POR AJUDA! NÃO DEIXAS QUE TE SEGURE A MÃO! NÃO QUERES SER ABRAÇADA! NÃO ACREDITAS QUE GOSTEM DE TI!
TU GRITAS POR AJUDA (PONTO).


